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12 de abril de 2026

Em reunião, Schnneyder reforça estratégia silenciosa de articulação e repete fórmula vitoriosa de 2020


Cresce de forma consistente — e com avaliação positiva — o movimento em torno da pré-candidatura a deputado federal do comandante Schnneyder (PRD), que vem apostando em uma estratégia discreta, porém altamente eficaz de construção política.

Ontem, 11, em Timon — sua principal base eleitoral —, Schnneyder reuniu aliados em um encontro reservado, realizado em espaço privado do empresário e construtor Hélio Santana. O objetivo foi alinhar discursos e reforçar o engajamento em torno de seu projeto político, além de apresentar as razões de sua integração à pré-campanha de Orleans Brandão ao Governo do Estado e de Júnior Viana a deputado estadual.


O que mais chamou a atenção da coordenação foi justamente o perfil do encontro: sem convites formais e sem divulgação pública, a reunião surpreendeu pela forte presença de lideranças e apoiadores. A estratégia remete diretamente ao modelo adotado em 2020, quando Schnneyder construiu, de maneira silenciosa, uma base sólida que acabou se traduzindo em resultados expressivos.


O movimento atual indica que a mesma lógica vem sendo aplicada com ainda mais maturidade política. A articulação discreta tem permitido não apenas ampliar alianças, mas também consolidar apoios estratégicos, reunindo diferentes forças em torno de um projeto comum — sem exposição precoce, mas com alto poder de mobilização.

Muitos dos presentes são aliados conquistados ao longo dos últimos anos, que agora retornam ainda mais engajados, sinalizando um processo consistente de aglutinação política com foco em 2026.

Durante o encontro, Schnneyder destacou que, além do alinhamento com o Governo do Estado — onde atuou recentemente —, o governador Carlos Brandão tem sido peça fundamental na construção dessas alianças, incentivando a formação de um grupo político coeso e competitivo. Igual ao que ocorreu em 2020 na eleição para prefeito da cidade.

A repetição da estratégia de articulação silenciosa, agora ampliada, reforça a percepção de que a pré-campanha do comandante segue um roteiro planejado, baseado na construção gradual de força política e na consolidação de apoios — um caminho menos ruidoso, porém estrategicamente consistente.

Timon conquista destaque no Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora com projetos inovadores e de impacto social


O município de Timon conquistou reconhecimento estadual ao ganhar o Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora, realizado na noite desta sexta-feira (10), em São Luís. Timon se destacou entre mais de 100 prefeituras maranhenses participantes e mais de 130 projetos inscritos em todo o estado.

Após um processo de avaliação dividido em etapas documental, presencial e análise por banca julgadora, Timon foi premiada em duas categorias, evidenciando o compromisso da gestão municipal com a inovação, a eficiência administrativa e o desenvolvimento social. O município conquistou o 1º lugar na categoria Gestão Inovadora, com o projeto “TOP Timon no Orçamento Participativo Popular”, iniciativa voltada ao fortalecimento da participação cidadã e à construção de políticas públicas mais conectadas com as necessidades da população.

Timon também alcançou o 3º lugar na categoria Simplificação, com o projeto “Minha Casa Minha Vida”, reconhecido pelas ações que promovem mais agilidade, organização e acesso da população aos serviços habitacionais.

O resultado evidencia o trabalho integrado entre secretarias e órgãos municipais, com destaque para a atuação da Agência de Tecnologia e Inovação e das equipes técnicas envolvidas na execução dos projetos.

O prefeito Rafael Brito celebrou a conquista e destacou o empenho das equipes envolvidas. “Estamos muito felizes com Timon premiado em duas categorias. Conquistamos o terceiro lugar na categoria Simplificação e o primeiro lugar em Gestão Inovadora. Quero agradecer a toda nossa equipe, à Agência de Tecnologia e Inovação, à Secretaria de Habitação e à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão. Esse resultado representa inovação, tecnologia e mais acesso da população aos serviços públicos. Agora vamos para Brasília disputar o prêmio nacional”, afirmou. Semcom/Timon. 

11 de abril de 2026

Na política, a cor da chita não engana o eleitor


Quando Mão Santa, então governador do Piauí, foi afastado do poder, aliados carregaram o então prefeito de Teresina, Firmino Filho, nos braços — do aeroporto ao Palácio de Karnak. Ali nascia a esperança da oposição: Firmino surgia como o nome capaz de enfrentar o grupo que tirava Mão Santa e vingar a manobra política que recolocara antigos protagonistas no poder.

Naquele momento, ele cravou uma frase que ecoou forte:
“Oligarquia nunca mais!”

Mas a política, como se sabe, é dinâmica — ou conveniente. Pouco tempo depois, o discurso mudou:
“Oligarquia nunca é demais!”

E, assim, alianças antes impensáveis foram costuradas. O que era enfrentamento virou composição. O que era discurso virou adaptação. E o eleitor, mais uma vez, foi convidado a reinterpretar o passado recente.

As uniões políticas podem até ser justificadas nos bastidores, embaladas por discursos sobre maturidade, governabilidade ou pragmatismo. Mas, na prática, quase sempre revelam o mesmo objetivo: o poder. E, nesse jogo, pouco importa quem era adversário ontem — desde que seja útil hoje.

O problema é que o eleitor não é ingênuo. Pode até silenciar, observar, mas dificilmente esquece. Como já se disse, o povo sabe ler sinais — inclusive os mais sutis.

E é aí que entra o detalhe que muitos subestimam: a cor da camisa.

Ela pode parecer apenas um gesto simbólico, um registro casual de encontro. Mas, na política, símbolos falam. Cores aproximam, alinham, sinalizam. O que antes era distância, de repente vira sintonia. O que era crítica, transforma-se em convivência. E o que era promessa… passa a ser relativizado.

Políticos promissores, que constroem sua imagem com base em discursos firmes e posicionamentos coerentes, correm um risco silencioso quando decidem flexibilizar demais suas próprias palavras. Porque o mesmo eleitor que aplaude a firmeza, cobra coerência. E, quando ela falta, o esquecimento pode ser rápido — e definitivo.

Hoje é a cor da camisa.
Amanhã, o gesto ensaiado, mãos erguidas, dedos entrelaçados, celebrando uma união que antes parecia impossível.

Na política, essas imagens custam caro.
Principalmente para quem ainda está construindo seu futuro.

A menos que tudo aquilo que foi dito no passado tenha sido apenas… discurso.

Atentai bem.

 

10 de abril de 2026

Delação de Camisotti estraga ainda mais perfil politico de Weverton Rocha

 


Maurício Camisotti admitiu à PF movimentação fraudulenta por meio de três associações ligadas ao esquema; senador e dois deputados foram citados pelo empresário como "fundamentais" para o golpe

Por Caiã Messina

PF espera corrida por acordos de delação sobre desvios no INSS

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O empresário Maurício Camisotti, preso no âmbito da Operação Sem Desconto, fechou delação premiada com a Polícia Federal (PF) e admitiu ter controlado três entidades criadas para "fraudar aposentados e pensionistas": a AMBEC (Associação de Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos), o CEBAP (Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas) e a UNSBRAS (União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil). Segundo o próprio empresário, ele movimentou "de maneira fraudulenta cerca de R$ 1 bilhão".

A delação nomeia três parlamentares como "fundamentais para dar sustentação política à quadrilha": o senador Weverton Rocha (PDT-MA) – relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) – e os deputados federais Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) e Maria Gorete Pereira (MDB-CE).

A investigação já apontava a existência de um esquema de mesadas pagas a políticos, com repasses médios de R$ 50 mil por mês a pelo menos 15 parlamentares de diferentes partidos, em troca de acesso aos sistemas do INSS e indicação de pessoas de confiança ao órgão.

Corrida por delações

A PF espera que o acordo de Camisotti desencadeie uma corrida de outros investigados pelo benefício. Quatro já iniciaram tratativas: o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio de Oliveira, preso em novembro acusado de receber propina; a mulher dele, a médica Thaísa Hoffmann; o ex-diretor de benefícios do INSS, André Fidelis, também preso em novembro pela mesma acusação; e o filho de Fidelis, o advogado Eric Fidelis.

A médica chegou a ser convocada pela CPMI do INSS, mas ficou em silêncio amparada por habeas corpus do STF. Ela é apontada como laranja do esquema e teria movimentado pelo menos R$ 18 milhões.

A expectativa no STF é de que a delação seja homologada pelo ministro André Mendonça na semana que vem. Mendonça já requisitou informações à PF e perguntou "se há indícios de que o empresário omitiu ou inventou fatos". Camisotti pediu prisão domiciliar em troca da delação — benefício que também será analisado pelo ministro.

O apontado como chefe da quadrilha, Antônio Carlos Camilo Antunes, o "careca do INSS", não manifestou intenção de fazer delação premiada. A expectativa dos delegados, porém, é que "ele seja obrigado a delatar, na medida em que os depoimentos forem o incriminando."

O esquema investigado pela PF desviou mais de R$ 6 bilhões de aposentados e pensionistas por meio de descontos associativos não autorizados.

NOTA DO SENADOR WEVERTON (PDT-MA)

O Senador rechaça qualquer tentativa de vinculá-lo a esse esquema , não conhece, nunca recebeu ou conversou com essa pessoa, portanto não irá comentar o seu possível depoimento.

NOTA DO DEPUTADO LICENCIADO EUCLYDES PETTERSEN

Segundo o Deputado Euclydes recebe com surpresa e estranheza essa notícia pois ele não conhece o empresário, não tem o telefone dele, nunca o viu e nem sabia da existência do mesmo até a exposição dos fatos. Muito menos participou de qualquer sustenção política a quadrilha.

Vitória pontual não apaga cassação: o quadro jurídico de Gentil Neto


A situação jurídica envolvendo o prefeito de Caxias, Gentil Neto, segue marcada por decisões relevantes da Justiça Eleitoral, mas também por disputas narrativas no campo político.

De um lado, há o reconhecimento de uma decisão recente em segunda instância que rejeitou uma das ações movidas contra o prefeito, relacionada ao caso de suposta deep fake. Esse entendimento foi favorável à sua defesa e manteve o resultado já apontado anteriormente nesse processo específico.

Por outro lado, permanece em curso o processo considerado mais sensível, que trata de acusações de compra de votos. Nesse caso, a Justiça Eleitoral já proferiu decisão pela cassação do mandato, entendimento que foi mantido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. Trata-se, portanto, de uma decisão colegiada, fundamentada em provas analisadas ao longo da instrução processual.

Embora ainda caiba recurso às instâncias superiores, o prefeito se encontra atualmente na condição de cassado, permanecendo no cargo por força desses recursos, o que é previsto no ordenamento jurídico brasileiro até o trânsito em julgado da ação.

Diante desse cenário, coexistem dois elementos distintos: uma vitória pontual em um processo específico e uma decisão desfavorável em uma ação de maior impacto jurídico. A interpretação desses fatos tem sido objeto de disputa política, com diferentes grupos enfatizando aspectos que melhor se alinham às suas estratégias de comunicação.

Do ponto de vista jurídico, no entanto, o quadro é claro: há uma decisão válida de cassação ainda sujeita à revisão por instâncias superiores, o que mantém o caso em aberto, mas com fundamentos já reconhecidos pela Justiça Eleitoral.

Assim, mais do que uma definição encerrada, o momento atual reflete uma fase de transição processual, em que os desdobramentos dependerão do julgamento dos recursos pendentes.

 

9 de abril de 2026

Presidente da Federação PRD-Solidariedade anuncia reforço de Shnneyder na lista de pré-candidatos a deputado federal




O ex-deputado federal e presidente da Federação PRD-Solidariedade no Maranhão, Junior Marreca, anunciou em suas redes sociais a filiação do coronel Schnneyder como pré-candidato a deputado federal. O blog já havia antecipado a informação sobre o ingresso do militar na federação partidária, agora oficialmente confirmada por sua principal liderança no estado.

Schnneyder tem se apresentado como um dos quadros promissores da política maranhense e vinha sendo sondado por diversas siglas, o que evidencia seu valor estratégico no atual cenário eleitoral. Ao optar pelo entendimento com Marreca, o coronel passa a integrar um projeto político que busca ampliar competitividade e musculatura para as eleições proporcionais.

Com trajetória vinculada à segurança pública, Schnneyder carrega atributos que dialogam diretamente com uma parcela significativa do eleitorado, especialmente em um momento em que temas como combate à criminalidade e gestão eficiente ganham centralidade no debate público. Esse perfil tende a atrair não apenas votos corporativos, ligados às forças de segurança, mas também eleitores que buscam nomes com experiência prática e discurso firme.

Nos bastidores, a avaliação é de que o coronel chega como um dos nomes com potencial de densidade eleitoral dentro da federação, podendo contribuir de forma decisiva para o desempenho do PRD-Solidariedade na disputa por vagas na Câmara Federal. Sua entrada reforça a estratégia da sigla de apostar em candidaturas com identidade própria, capilaridade e capacidade de transferência de votos.

A filiação de Schnneyder, portanto, não é apenas mais uma adesão, mas um movimento calculado dentro do xadrez político maranhense, que pode influenciar diretamente o equilíbrio de forças na eleição proporcional.

 

7 de abril de 2026

Nominata do MDB vira campo minado e testa força de novos e velhos caciques no Maranhão


A nominata do MDB para a disputa à Câmara Federal no Maranhão não é apenas competitiva — é, na prática, um verdadeiro campo de batalha entre alguns dos nomes mais pesados da política estadual.

Nos bastidores, cresce a curiosidade sobre quem são — e principalmente como se comportam — os pré-candidatos que vão dividir palanque, voto e espaço dentro da mesma legenda. E é nesse cenário que surge um ingrediente político nada desprezível: a entrada da Doutora Gisele, esposa do prefeito de Timon, Rafael Brito.

Segundo apuração junto a fontes emedebistas, Gisele não apenas está confirmada na nominata como entra em uma disputa de altíssimo nível, cercada por nomes que carregam estrutura, tradição política e densidade eleitoral. Não é pouca coisa.

Na mesma chapa estão figuras como o empresário Vinícius Ferro, apontado como representante direto do grupo Brandão na corrida; Larissa DP, esposa do empresário Eduardo DP, que faz questão de ostentar o título de um dos homens mais ricos do Maranhão; além de pesos-pesados já testados nas urnas, como a deputada federal licenciada Roseana Sarney, o experiente Hildo Rocha (atualmente no exercício do mandato como suplente), e os deputados Cleber Verde e Júnior Lourenço.
Traduzindo: não existe espaço para amadorismo.

A nominata do MDB se desenha como uma das mais robustas — e também mais disputadas — do estado. Cada voto contará, e cada estrutura será colocada à prova. Nesse ambiente, a presença da primeira-dama de Timon deixa de ser apenas um detalhe e passa a ser um movimento político estratégico: ou se consolida como revelação eleitoral ou corre o risco de ser engolida por nomes já calejados.

E tem mais. Pelas contas internas do partido, o MDB projeta eleger até quatro deputados federais — número semelhante ao desempenho do PL na última eleição.

Ou seja: vaga existe, mas está longe de ser garantida.

No fim das contas, o que se vê é uma disputa onde ninguém entra para brincar — e onde sobrenome, dinheiro, mandato e articulação política vão pesar, e muito.

A pergunta que fica nos corredores do poder é direta: quem, de fato, tem fôlego para sobreviver a essa guerra interna?