Ao
iniciar sua fala, o vereador voltou a defender a legalidade e a
constitucionalidade da matéria aprovada pela Câmara, destacando que o projeto
encaminhado pelo Executivo trata exclusivamente do valor principal destinado
aos profissionais da educação, conforme determinação judicial decorrente da
ADPF julgada pelo Supremo Tribunal Federal em 2022.
Na
avaliação do parlamentar, a Câmara não possui competência para modificar
decisões judiciais já consolidadas. Como relator da Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ), Lázaro afirmou que analisou cuidadosamente a proposta e que a
votação seguiu estritamente os parâmetros legais estabelecidos pela Justiça.
Durante o
discurso, o vereador também rebateu críticas de setores da oposição que tentam
responsabilizar a Câmara por questões relacionadas aos juros dos precatórios.
Segundo ele, o papel do Legislativo foi apenas autorizar o pagamento dos
valores já definidos judicialmente, cabendo ao Poder Executivo cumprir as
determinações existentes.
Entretanto,
foi ao abordar o ambiente de hostilidade criado nas redes sociais que o
pronunciamento assumiu um tom mais contundente. Exibindo mensagens e
comentários recebidos após a votação, Lázaro denunciou o que classificou como
uma campanha sistemática de ataques pessoais, incentivada por setores da
oposição inconformados com o resultado da votação.
O
parlamentar revelou ter sido alvo de ofensas, insultos e manifestações
discriminatórias relacionadas à sua condição física. Em um dos ataques
apresentados, usuários de perfis falsos utilizaram sua deficiência como forma
de agressão política, fato que levou o vereador a registrar boletim de
ocorrência e solicitar a investigação dos responsáveis.
Em uma
das passagens mais emocionadas do discurso, Lázaro afirmou que jamais permitirá
que sua condição de pessoa com deficiência seja utilizada para diminuir sua
atuação política ou sua capacidade de representar a população. Segundo ele, o
respeito às diferenças e à inclusão deve estar acima das divergências
ideológicas.
O
vereador também recebeu manifestações de solidariedade de familiares,
representantes de entidades ligadas às pessoas com deficiência, mães atípicas e
integrantes de movimentos sociais presentes na sessão. Para ele, os ataques
ultrapassaram os limites do debate político e atingiram valores fundamentais da
convivência democrática.
Ao final
do pronunciamento, Lázaro fez um apelo para que a política local volte a ser
pautada pelo confronto de ideias e não pela disseminação de ódio, ataques
pessoais ou discriminação. Segundo ele, divergências são naturais e fazem parte
da democracia, mas não podem servir de justificativa para agressões contra
adversários políticos ou contra qualquer cidadão.
A fala
repercutiu entre parlamentares e membros da sociedade civil presentes na
Câmara, ampliando o debate sobre os limites da atuação política nas redes
sociais e a necessidade de combater práticas discriminatórias que, além de
comprometerem a qualidade do debate público, podem configurar infrações legais
passíveis de responsabilização.
O debate
em torno do pagamento dos precatórios do Fundef em Timon ganhou um novo
capítulo durante a sessão da Câmara Municipal desta quarta-feira (10). Em
pronunciamento firme na tribuna, o vereador Lázaro Martins denunciou uma série
de ataques pessoais e manifestações de ódio que, segundo ele, vêm sendo
direcionados aos parlamentares que votaram favoravelmente ao projeto que
autoriza o pagamento dos recursos aos professores da rede municipal.
Ao
iniciar sua fala, o vereador voltou a defender a legalidade e a
constitucionalidade da matéria aprovada pela Câmara, destacando que o projeto
encaminhado pelo Executivo trata exclusivamente do valor principal destinado
aos profissionais da educação, conforme determinação judicial decorrente da
ADPF julgada pelo Supremo Tribunal Federal em 2022.
Na
avaliação do parlamentar, a Câmara não possui competência para modificar
decisões judiciais já consolidadas. Como relator da Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ), Lázaro afirmou que analisou cuidadosamente a proposta e que a
votação seguiu estritamente os parâmetros legais estabelecidos pela Justiça.
Durante o
discurso, o vereador também rebateu críticas de setores da oposição que tentam
responsabilizar a Câmara por questões relacionadas aos juros dos precatórios.
Segundo ele, o papel do Legislativo foi apenas autorizar o pagamento dos
valores já definidos judicialmente, cabendo ao Poder Executivo cumprir as
determinações existentes.
Entretanto,
foi ao abordar o ambiente de hostilidade criado nas redes sociais que o
pronunciamento assumiu um tom mais contundente. Exibindo mensagens e
comentários recebidos após a votação, Lázaro denunciou o que classificou como
uma campanha sistemática de ataques pessoais, incentivada por setores da
oposição inconformados com o resultado da votação.
O
parlamentar revelou ter sido alvo de ofensas, insultos e manifestações
discriminatórias relacionadas à sua condição física. Em um dos ataques
apresentados, usuários de perfis falsos utilizaram sua deficiência como forma
de agressão política, fato que levou o vereador a registrar boletim de
ocorrência e solicitar a investigação dos responsáveis.
Em uma
das passagens mais emocionadas do discurso, Lázaro afirmou que jamais permitirá
que sua condição de pessoa com deficiência seja utilizada para diminuir sua
atuação política ou sua capacidade de representar a população. Segundo ele, o
respeito às diferenças e à inclusão deve estar acima das divergências ideológicas.
O
vereador também recebeu manifestações de solidariedade de familiares,
representantes de entidades ligadas às pessoas com deficiência, mães atípicas e
integrantes de movimentos sociais presentes na sessão. Para ele, os ataques
ultrapassaram os limites do debate político e atingiram valores fundamentais da
convivência democrática.
Ao final
do pronunciamento, Lázaro fez um apelo para que a política local volte a ser
pautada pelo confronto de ideias e não pela disseminação de ódio, ataques
pessoais ou discriminação. Segundo ele, divergências são naturais e fazem parte
da democracia, mas não podem servir de justificativa para agressões contra
adversários políticos ou contra qualquer cidadão.
A fala
repercutiu entre parlamentares e membros da sociedade civil presentes na
Câmara, ampliando o debate sobre os limites da atuação política nas redes
sociais e a necessidade de combater práticas discriminatórias que, além de
comprometerem a qualidade do debate público, podem configurar infrações legais
passíveis de responsabilização.






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